Chegou a conta de luz e o valor assustou? Muita gente coloca o ar-condicionado no banco dos réus logo de cara. Mas a verdade é que o problema raramente está no aparelho em si. Na maioria dos casos, o que faz o ar-condicionado gastar muita energia são hábitos e erros que passam despercebidos no dia a dia. Potência errada para o ambiente, temperatura muito baixa, manutenção em dia: tudo isso influencia diretamente no valor que você paga no final do mês.
Aqui no Blog da WebArCondicionado, a gente detalha cada um desses fatores. Assim, você entende o que está pesando na sua conta e o que dá para fazer para mudar esse cenário.
O consumo do ar-condicionado: o que realmente puxa a conta de luz?
Antes de qualquer conclusão, é importante entender uma coisa. O consumo de energia de um ar-condicionado depende de vários fatores ao mesmo tempo. Nenhum deles age sozinho. Por isso, a solução raramente é uma coisa só.
Potência (BTUs) errada para o ambiente
Esse é um dos erros mais comuns. É também um dos que mais pesam no consumo.
Quando o aparelho tem menos BTUs do que o ambiente exige, ele trabalha acima do limite. Faz isso para tentar atingir a temperatura desejada, mas nunca consegue de verdade. O resultado é um ar-condicionado ligado por horas a fio, forçado, sem refrescar direito.
O contrário também gera problema. Um aparelho superdimensionado liga, atinge a temperatura rápido e desliga. Então o ambiente aquece de novo e o ciclo recomeça. Esse liga e desliga constante consome mais energia do que um uso contínuo e estável.
Para dimensionar corretamente, é preciso considerar o tamanho do cômodo, a incidência de sol e o número de pessoas no ambiente. A Frigelar oferece orientação técnica para ajudar nessa escolha.
Leia também: Quantos BTUs por m²? Guia para escolher seu ar-condicionado
Temperatura configurada muito baixa
Configurar o ar-condicionado em 16°C ou 18°C faz o compressor trabalhar muito mais do que o necessário. Afinal, ele precisa atingir e manter uma temperatura bem abaixo do ambiente externo. Isso pesa no consumo.
Estudos de eficiência energética mostram que cada grau abaixo de 23°C pode representar um aumento de 5% a 8% no consumo mensal. Ou seja, manter o termostato entre 23°C e 24°C já é suficiente para o conforto na maioria dos ambientes brasileiros. E ainda ajuda bastante a controlar o gasto.
Filtros sujos e falta de manutenção
Um filtro entupido de poeira bloqueia a circulação do ar. Com isso, o aparelho precisa se esforçar mais para compensar essa resistência. O resultado é um consumo de energia maior, sem entregar mais refrigeração.
Além disso, os filtros sujos prejudicam a qualidade do ar interno. E ainda forçam outros componentes do sistema, acelerando o desgaste.
A limpeza dos filtros deve ser feita a cada 15 dias em uso contínuo, ou pelo menos uma vez por mês. Já a manutenção preventiva completa deve acontecer ao menos uma vez por ano.
Aparelhos convencionais versus tecnologia inverter
Quem ainda usa um aparelho split convencional paga um preço alto no final do mês. Nos modelos sem inverter, o compressor funciona em dois estados apenas: ligado na potência máxima ou desligado. Quando desliga, o ambiente aquece. Então o compressor precisa dar uma nova partida, consumindo um pico de energia a cada ciclo.
Já os modelos com tecnologia inverter funcionam de forma diferente. O compressor nunca desliga por completo. Em vez disso, ele reduz o ritmo quando a temperatura desejada é atingida. Isso resulta em um consumo muito mais estável e eficiente ao longo do dia. A diferença entre os dois tipos de tecnologia no consumo de energia pode chegar a 40% a menos nos modelos inverter, dependendo do padrão de uso.

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Instalação mal feita ou inadequada
Uma instalação fora das especificações do fabricante compromete o funcionamento do aparelho desde o primeiro dia. Por exemplo, a condensadora precisa de espaço livre para dissipar o calor. Se ela fica em um nicho fechado, ou com o fluxo de ar bloqueado, o sistema trabalha muito mais do que deveria. Consequentemente, o ar-condicionado gasta mais energia para cumprir o mesmo papel.
Outros pontos de atenção são a distância entre as unidades interna e externa e a tubulação com curvas desnecessárias. Tudo isso afeta diretamente o desempenho e o consumo.
Ambiente mal vedado
Janelas e portas abertas enquanto o ar-condicionado está funcionando são um desperdício direto. O ar frio sai, o ar quente entra. Assim, o aparelho nunca consegue estabilizar a temperatura e fica em operação forçada o tempo todo.
Isso é um dos mitos e verdades sobre o consumo de energia do ar-condicionado que mais circulam na internet. Muita gente acha que “um pouquinho aberto não faz diferença”. Porém, a diferença no consumo aparece na conta do mês.
Leia também: Subdimensionamento: Ar-Condicionado com Menos BTUs do que o Necessário
Como reduzir o gasto de energia sem desligar o ar-condicionado
A boa notícia é que a maioria dos problemas acima tem solução prática. Veja os principais pontos de ação:
Mantenha a temperatura entre 23°C e 24°C. Essa faixa é confortável para a maioria das pessoas. Além disso, não força o compressor além do necessário.
Faça a limpeza dos filtros regularmente. A cada 15 dias em uso intenso, uma vez por mês em uso moderado. É rápido, simples e faz diferença real.
Feche janelas e portas durante o uso. Parece óbvio, mas ainda é um dos erros mais comuns.
Verifique o dimensionamento do aparelho. Se o ar-condicionado nunca refresca bem, mesmo no mínimo, provavelmente está subdimensionado para o ambiente.
Considere um modelo inverter na próxima troca. O investimento inicial é maior. Porém, a economia ao longo do tempo compensa.
Use o timer a seu favor. Programe o aparelho para desligar quando você sair do ambiente. Assim, você evita deixá-lo ligado sem necessidade.
Para aprofundar ainda mais o tema, o WebArCondicionado preparou um guia completo com as 10 dicas para economizar o consumo de energia do ar-condicionado.
O aparelho mais econômico é aquele adequado para o seu uso
Uma coisa que passa despercebida na hora da compra é importante deixar claro. O ar-condicionado mais barato na etiqueta pode ser o mais caro na prática. Aparelhos com eficiência energética ruim, classificação abaixo de A no Selo Procel ou sem tecnologia inverter tendem a gerar contas de luz mais altas mês após mês.
Por isso, a classificação energética do Inmetro e o Selo Procel são os dois indicadores mais confiáveis na hora de comparar aparelhos. Modelos com nota A e tecnologia inverter gastam menos energia. Além disso, costumam ter vida útil mais longa, pois o compressor trabalha de forma mais suave.
Leia também: Qual Ar-Condicionado Mais Econômico pelo Inmetro?
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Na Frigelar, você encontra uma ampla linha de ar-condicionados das principais marcas do mercado. São modelos inverter com alta eficiência energética, ideais para quem quer conforto sem sustos na conta de luz. Além dos aparelhos, a Frigelar conta com a Agyx, equipe especializada em instalação e manutenção. Assim, o seu aparelho funciona com todo o desempenho desde o primeiro dia.
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