R22 Fluido Refrigerante Brasil

Veja como é a utilização do R22 no Brasil.

Quem acompanha o mercado de ar-condicionado e refrigeração, com certeza já ouviu falar sobre o gás refrigerante R22 – usado no setor industrial e residencial. Pensando no ar-condicionado residencial, o R22 foi um item fundamental para os aparelhos até pouco tempo, quando começou a ser substituído pelo R410A. Os números do R22 vêm caindo atualmente.

“Atualmente é utilizado cerca de 600 toneladas de R22 mensalmente. Sendo destinado 75% para a refrigeração comercial e 25% para ar-condicionado”, diz Paulo Neulaender, consultor das Nações Unidas e diretor de comunicação e marketing Abrava.  Conforme Neulaender, a partir de janeiro de 2025, o corte das importações do R22 será de 67%.

“Atualmente, o setor utiliza cerca de 600 toneladas por mês, então, em 2025, o setor só terá disponível 198 toneladas por mês”.

Conheça mais o fluido refrigerante R22

O R-22 pertence à classe dos HCFC, que são os Hidroclorofluorcarbonos. Esses tipos de fluidos prejudicam a camada de ozônio e provocam o efeito estufa. Além do R-22, a classe ainda abriga mais dois fluídos – o R-141b e o R-401a, bem como outros menos usuais na refrigeração e climatização.

Diante das normas do Protocolo de Montreal, o R-22 vem sumindo gradativamente do mercado. Como a meta para a eliminação total é 2040, muitos fabricantes têm trabalhado com agilidade e tecnologia na busca do objetivo.

Prejudicam a camada de ozônio e provocam o efeito estufa:

  • CFC’s – com os fluidos R-11, R-12 e R-502.
  • HCFC’s – em que estão os fluidos R-22, R-141b e R-401a.

Não destroem a camada de ozônio, mas causam efeito estufa:

  • HFC’s – fluidos R-134a, R-407a e R410a

Não causam danos ao meio ambiente:

  • HC’s – nos quais estão os fluidos R-290, R600a, R717 e R-744.

Levemente inflamáveis existem os HFO’s, com os fluidos R1234yf e R1234ze.

Redação WebArCondicionado