A história mostra que o ar-condicionado, restrito ao uso comercial no começo, se tornou um item indispensável. Nos dias de muito calor é a melhor opção para se refrescar. O oposto também é válido, pois quando faz frio, aparelhos com ciclo quente/frio ajudam a deixar os ambientes bem quentinhos.

A inovação tecnológica constante mostra a importância dos aparelhos de ar-condicionado, inclusive na pandemia do Coronavírus. Como alguns modelos tem sistema de filtragem, os equipamentos recolhem diversas partículas de impurezas do ar, como ácaros, bactérias, fungos e vírus.

E assim permitem uma melhor qualidade do ar em ambientes fechados. Esses são apenas alguns dos benefícios trazidos pela invenção do engenheiro Willis H. Carrier. Aliás, a história do aparelho de climatização se confunde com a do engenheiro, que é considerado o pai do ar-condicionado.

Confira agora a história do ar-condicionado em imagens!

1902

O engenheiro Willis H. Carrier inventou o primeiro equipamento, em 1902, para “condicionar o ar” em uma gráfica do Brooklyn. No local, a umidade poderia estragar o papel.

O desenho acima é de 1902 e mostra o sistema de ar condicionado instalado na Sackett & Wilhelms, um litógrafo do Brooklyn, Nova York, em que a Carrier encontrou a solução para os problemas de umidade que afetavam os processos de impressão.

1911 a 1920

A primeira aplicação residencial do ar-condicionado na história foi feita em uma mansão de Minneapolis, no ano de 1914.

1921 a 1930

Sistema externo necessário para gerar a climatização interna adequada em cinemas, hospitais, lojas e órgãos públicos que já utilizavam o equipamento naquela época.

1931 a 1940

Com a difusão dos aparelhos domésticos na década de 30, mais marcas fabricam o produto. No início dos anos 1930, a De La Vergne Refrigeration Machinery Company estava produzindo este ar condicionado doméstico custando de 1.200 libras.

Na propaganda da Carrier abaixo, note que na segunda imagem do anúncio, os usuários utilizam o aparelho como aparador de bebidas, uma prática comum na época, por conta do tamanho e altura do equipamento.

Aqui o ar-condicionado Carrier em imagem colorida.

Outro concorrente na década foi a Kelvinator. Sua unidade de 1937 é semelhante aos da Carrier.

Abaixo o aparelho da marca Westinghouse, que preferiu se afastar da estética da madeira e apostar em um visual “Era das Máquinas”.

Deste modelo da Westinghouse, conseguimos encontrar imagens revelando o duto traseiro que passa pela janela deste aparelho de 24.000 BTU. O texto é um ilegível, mas é possível ver a forma.

Todos os aparelhos citados até aqui tinham a potência de 24.000 ou pouco menos que isso. Em 1936, a Pleasantaire Corporation lançou este modelo elegante que possuía a potência de 4.000 BTU, montado em janela, chamado Northwind.

Observe que o aparelho Northwind tinha sete fases.

Na imagem abaixo, o design mais elegante aparentemente não era muito eficaz ou não vendia bem – foi retirado após dois anos no mercado. Em 1938, a Pleasantaire começou a produzir uma máquina de aparência muito diferente.

Este design era um pouco mais poderoso, pois tinha 6.000 BTU e se assemelhava a um rádio, esteticamente falando:

Em 1939, o formato preferido evoluiu drasticamente e as unidades baseadas em janelas se tornaram a última moda.

Abaixo, está o ar condicionado “Cool Wave“, colocado no mercado em 1939. Curiosamente, ele foi lançado como um esforço conjunto entre a York Ice Machinery Company e o fabricante de rádios Philco:

Nesta imagem, Willis Carrier segura um termômetro dentro de um display, em que o engenheiro demonstra seu ar-condicionado na Feira Mundial de Nova York em 1939:

1941 a 1950

Vocês não pensaram que nosso querido Willis Carrier ficaria fora da onda de aparelhos residenciais pequenos, não é? Em 1940, a Carrier entrou no jogo dos aparelhos Janela.

Seu Weathermaker De Luxe tinha um design mais ousado e contemporâneo comparado ao Cool-Wave, pois dividia as venezianas entre a parte frontal e as laterais da unidade e adicionava um elemento visual.

A Philco-York respondeu em 1941, com este novo design que tinha a frente arredondada.

história do ar-condicionado

No final de 1941, os Estados Unidos ficaram envolvidos com a Segunda Guerra Mundial. O desenvolvimento de condicionadores de ar seria em grande parte interrompido na década de 40.

1951 a 1960

No boom econômico do pós-guerra na década de 1950 , as vendas de condicionadores de ar residenciais quebraram a barreira de 1 milhão pela primeira vez, e os modelos, as fabricantes, os anúncios e a divulgação ganharam mais espaço.

história do ar-condicionado

Marilyn Monroe, uma das principais estrelas da época, em 1955, na primeira foto abaixo.

história do ar-condicionado

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Nos anúncios da Carrier, as usuárias ficavam admirando o novo modelo do aparelho:

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Os primeiros aparelhos portáteis ou móveis foram criados na década de 50.

história do ar-condicionado

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Na década de 50, a General Electric apostava muito no comparativo de como era viver com e sem ar-condicionado.

história do ar-condicionado

No final da década, a marca continuou com alguns comparativos: como as pessoas passavam calor na rua e como as que estavam em um ambiente climatizado eram mais felizes. Além disso, lançaram seus primeiros aparelhos coloridos. história do ar-condicionado

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Abaixo, um Westinghouse – perfeito para o escritório e para a família.

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1961 a 1970

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A General Electric seguia com sua aposta nos aparelhos que combinavam com os ambientes.

história do ar-condicionado

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1971 a 1980

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1981 a 1990

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E esse modelo da Carrier de 1983 que “ainda estará refrescando você em 1993”.

história do ar-condicionado

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1991 a 2000

história do ar-condicionado

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Primeiros modelos Janela digitais apareceram no final da década de 90.

2000 até os dias de hoje

Com o passar dos anos, os Janela foram perdendo espaço para os modelos Split Hi Wall, que iniciaram seu domínio comercial nos anos 2000.

A evolução do ar-condicionado trouxe para o mercado o Split Hi Wall, modelo considerado o preferido dos consumidores.

Com a evolução, o ar-condicionado tem cada vez mais funcionalidades, sempre visando o conforto, o bem-estar e a saúde dos usuários, aliado a muita tecnologia e inovação.

Redação WebArCondicionado