Por ASBRAV

Empresas do setor e entidades asseguram plenas condições para estocagem e transporte dos materiais

A evolução das notícias com relação ao início do processo de imunização contra a COVID-19 trouxe à tona o debate sobre a estrutura que será necessária em todo o país para armazenagem das vacinas. Em nota recente, o Conselho Nacional de Climatização e Refrigeração, do qual a ASBRAV – Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação faz parte assegurou que a cadeia refrigerista está plenamente capacitada para tal.

A empresa Dufrio, associada da ASBRAV, é uma das que desenvolve estruturas adequadas para a armazenagem das vacinas, observando estabilidade térmica e controle de umidade, onde a variação entre mínimo e máximo é pequena.

“Devido a grande gama de vacinas produzidas para diferentes aplicações e fabricantes, existem vários processos de armazenamento indicados, onde alguns fabricantes exigem temperaturas negativas de -25°C, outros podendo chegar a -80°C com umidade que varia entre 60% a 90%. Os estudos estão se intensificando podendo haver atualizações nestes parâmetros”, explica o vice-presidente da empresa, Guillermo Zanon.

Entre vários cuidados, a empresa destaca a manutenção da estabilidade de temperatura e umidade indicada pelo fabricante, a fim de preservar a integridade e validade do produto. Também ressalta que podem existir, em alguns tipos de vacinas, a possibilidade de alteração da temperatura e umidade diretamente proporcional ao tempo de armazenagem/exposição.

Redação e coordenação: Marcelo Matusiak

Colaboração: Assessoria de Comunicação Dufrio