Pinguim (7)Escrito pela Lícia Egger Moellwald e publicado no Portal IG no site “Delas”. Além de apresentar algumas dicas com senso de humor conta um pouco do nosso dia a dia ao lado de um ar-condicionado.

Amaldiçoado e ao mesmo tempo bem-vindo, o ar-condicionado tem um lugar contraditório na vida da maioria das pessoas

Embora seja capaz de tornar a temperatura do ambiente mais agradável, ele pode gerar grandes desentendimentos.

Dizem as más línguas que esse tipo de ventilação só serve para arranjar brigas. Fica um tal de “Dá para baixar essa porcaria?” Ou então “Dá para aumentar um pouquinho esse ar?”

A verdade é que em alguns lugares o ar-condicionado é tão frio, que quase reproduz a temperatura do Alaska.

Mas também, quem é que aguenta o calorão. Em determinados dias, o calor é tanto que só a ideia de um ar geladinho já refresca.

Com isso, não tem quem não tenha pego uma gripe, porque fora estava quente e entrou no frio ou porque dentro estava frio e saiu no quente.

O ar-condicionado causa tanto problema que tem até casal que desistiu de dormir junto porque um deles odeia o frio.

Calor ou frio, não tem quem não tenha pelo menos uma história triste de ar-condicionado para contar.

Mas pensando bem, num país quente como o nosso, um ar geladinho no verão é tudo de bom.

O bom senso diz que a regulagem do ar-condicionado depende de um pouquinho de flexibilidade regada a muita boa vontade.

 

Seja como for, para não passar frio ou armar confusão é bom prestar atenção em alguns detalhes:

• No verão não custa nada,  deixar uma malha fininha no trabalho ou um casaquinho;

• Quando sair pense em levar, sempre, um agasalho. Tem restaurante, supermercado e cinema que é um gelo;

• No trabalho, o jeito é fazer um movimento para regular a temperatura do ambiente, o ideal gira em torno (21º até 23º).