Redação WebArcondicionado com informações do jornal Estadão

As mudanças climáticas que levaram a um aumento da temperatura global intensificou a procura por aparelhos de ar-condicionado em todo o mundo, e no Brasil não é diferente.

Esse aumento trouxe a necessidade de uma produção de aparelhos mais eficientes, com novos padrões de fabricação coerentes com parâmetros internacionais.

Assim, os fabricantes precisaram oferecer soluções para garantir que o mercado disponha de aparelhos que consumam menos energia, para melhorar a vida das pessoas em razão das temperaturas cada vez mais elevadas, que vão transformando a vida em nossas cidades.

O Inmetro elevou o grau de exigência para etiquetagem de ares-condicionados, aumentando as obrigações dos fabricantes para receber a classificação máxima “A”, garantindo menor impacto ambiental.  Nos últimos anos os índices mínimos de eficiência dos aparelhos já passaram por três revisões (2011, 2018 e 2020).