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Raios solares – saiba como eles agem e conheça seus benefícios e malefícios

  • 15 de julho de 2015
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Vivemos em um país cuja incidência dos raios solares é significativa. É por causa disso que temos formações vegetais incríveis, com diversos outros organismos vivos associados formando uma rica biodiversidade, já que são os raios solares que correspondem à energia radiante emitida pelo sol.

Cientificamente falando, eles são transmitidos sob a forma de radiação electromagnética, sendo cerca de metade desta energia emitida como luz visível na parte de frequência mais alta do espectro electromagnético e o restante na do infravermelho próximo e como radiação ultravioleta.

Os principais raios solares dividem-se em:
– Raios infravermelhos: provocam a desidratação da pele e sensação de calor;
– Raios UVC: podem provocar cânceres e queimaduras solares, mas raramente alcançam a superfície de nosso planeta, uma vez que são bloqueados pela camada de ozônio;
– Raios UVB: atingem camadas mais profundas da pele e, em excesso, podem provocar queimaduras, envelhecimento precoce e câncer de pele;
– Raios UVA: principais responsáveis pelo bronzeamento solar, mas, em excesso, podem provocar o envelhecimento precoce, em razão da destruição de fibras de colágeno e elastina, responsáveis pela elasticidade da pele.

Fatores de intensidade
A intensidade da radiação, ou seja, a maior ou menor chegada dos raios ultravioletas à superfície terrestre, assim como o comprimento de onda, dependem dos seguintes fatores:

– Horário do dia: ao meio-dia a radiação solar está na menor distância da terra, por isso entre 10 e 14hs as radiações são mais lesivas pela maior quantidade de UVB;
– Latitude: a radiação é gradativamente maior a partir dos polos para o Equador (neste a camada de ozônio é menos espessa);
– Altitude: a radiação é mais intensa nas grandes altitudes porque há menos atmosfera para absorvê-la;
– Estação do ano: a radiação é maior no verão;
– Poluição atmosférica: as nuvens diminuem a radiação, mas não impedem sua chegada à superfície terrestre, por isso se faz necessário o uso do protetor solar o ano inteiro.

Benefícios
Como falamos no início do texto, o sol é indispensável à vida. Em doses moderadas, ele pode desempenhar um papel benéfico no humor, sendo um excelente tratamento contra determinadas formas de depressão sazonal. Além disso, o sol também é essencial na síntese da vitamina D, que é responsável pela fixação do cálcio nos ossos.

Malefícios
Contudo, em doses excessivas o sol pode ser muito perigoso e provocar queimaduras solares – também chamadas eritemas solares – que é o efeito nefasto imediato mais frequente de uma exposição ao sol. Fotodermatoses como a lucite ou outras dermatoses agravadas pelo sol, como a acne, o cloasma, o lúpus e a urticária solar, também podem ocorrer, além do vitiligo.

A longo prazo, surgem mais alguns efeitos ainda mais intensos, como aceleração do envelhecimento cutâneo, traduzido pelo aparecimento de manchas, tez amarela, rugas profundas, perda de densidade e elasticidade da pele.

Como evitar
Durante o verão, com a maior incidência dos raios, os efeitos nocivos aumentam, podendo trazer as consequências acima caso a exposição ao sol seja mais longa. No entanto, há certos cuidados que podem evitar os estragos causados na pele pelos raios e trazer proteção:

– Sempre usar protetor solar: é importante porque bloqueia a ação dos raios ultravioleta – considerando também que os UVA sempre estão em atividade, durante o dia, independentemente do clima e horário;
– Reposição do protetor solar: mesmo protetores à prova d’água não são capazes de resistir ao suor, e todos eles têm um limite de proteção;
– Evitar o sol das 10h às 16h: isso é necessário porque é nesse período que os raios UVB estão mais concentrados;
– Escolher bem o filtro solar: é necessário porque nem todos protegem as pessoas contra os raios UVA, uma vez que o fator de proteção, FPS, refere-se somente aos raios UVB. Quanto a isso, o ideal é que seja de FPS 15 ou de número maior, uma vez que confere maior durabilidade.

Para finalizar, aponte que cerca de meia hora de exposição diária ao sol é suficiente para se ter seus efeitos positivos, desde que seguindo as condutas corretas, como as citadas nos parágrafos anteriores.

Redação do Portal WebArCondicionado.

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