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Problemas nas torres de resfriamento levam a interdição do Teatro Coliseu em São Paulo

  • 08 de abril de 2013
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Problemas nas torres de resfriamento levam a interdição do Teatro Coliseu em São PauloMais uma vez a falta de manutenção e cuidados nos sistemas de climatização causaram perdas à cultura de algumas regiões. Depois dos problemas na Escola de Teatro Martins Pena e na Biblioteca Nacional no Rio de Janeiro, na última sexta-feira (5), o Teatro Coliseu, localizado no litoral de São Paulo, foi interditado pela prefeitura da cidade. Durante a última fiscalização foi constatado que as torres de resfriamento do ar-condicionado representam “um dos perigos” para os visitantes. Isto fará com que os 29 espetáculos agendados até o fim do ano sejam transferidos para outros espaços no município.

Entenda o caso
De acordo com o secretário de Cultura da cidade, Raul Christiano, as tubulações das torres de esfriamento estão com alto teor de corrosão, o que poderia causar um problema de explosão na água. Isto poderia causar um vazamento de mais de 50 mil litros onde fica a platéia. Além disso, foi constatado que outros pontos do teatro apresentam problemas, como infiltrações e falhas no funcionamento de hidrantes.

Além disso, o secretário informou também que o teatro não possui o Auto de Vistoria do Corpo dos Bombeiros. Ele conta que em janeiro de 2006 o ar-condicionado não funcionou enquanto os bombeiros estavam presentes. Desde lá ocorreram várias melhorias que não se resolveram. Já foi solicitado um novo agendamento, para fortalecer o processo de emergência.

Solução
Problemas nas torres de resfriamento levam a interdição do Teatro Coliseu em São PauloComo a situação das torres de resfriamento é grave, o secretário de Cultura acredita que as obras deverão se prolongar por pelo menos um ano. Para a entrega completa do teatro, a prefeitura acredita que serão necessários pelo menos R$ 2 milhões de reais: “Nós pensamos inicialmente em resolver o problema do ar-condicionado, que é o mais gritante. Nós estamos fazendo um trabalho para que se possa trocar o telhado sobre o palco e realizar outras melhorias que são necessárias, e eu creio que isso deve custar em torno de R$ 2 milhões e 500 mil, e o governo municipal deve buscar esses recursos junto ao governo do Estado e ao governo Federal”, explica Christiano.

Texto criado exclusivamente pelo setor de jornalismo do Portal Web Ar Condicionado. Com informações de G1.

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