Começou o inverno e o frio já vem batendo em várias cidades brasileiras. Junto com aquele casaquinho – ou casacão, dependente da região onde você está -, vem a vontade de esquentar a casa e o ambiente de trabalho, mas também surgem as dúvidas. Quem já tem um ar-condicionado com ciclo quente ou quer comprar um graças aos preços reduzidos da estação deve ter algumas perguntas na cabeça e é preciso ter cuidado, porque rola muita coisa que não é verdade por aí.

Por isso, vamos desvendar alguns mitos sobre o uso de condicionadores de ar no inverno.

“Não é melhor usar o aquecedor elétrico?”

Na verdade, não é não. O aquecedor elétrico pode ser um pouco mais econômico em alguns casos, mas ele não é feito para atender um cômodo por inteiro. O ar-condicionado aquece mais e melhor o ambiente.

Além disso, os aquecedores elétricos, assim como as lareiras ou o fogão de lenha, consomem oxigênio, não podem ficar confinados num lugar muito fechado ou se não os ocupantes do cômodo podem ter dificuldades para respirar, além da sensação de abafamento. Os condicionadores de ar não tem esse problema, eles aquecem o ar em si, preservando a umidade, o que é importante no inverno para impedir a proliferação de fungos e ácaros.

Obviamente, usar o ar-condicionado também não envolve os mesmos riscos de acidente que o aquecedor elétrico e a lareira. Não tem fogo envolvido e nem superaquecimento.

Aparelhos Quente/Frio custam mais caro?”

Condicionadores de ar com Ciclo Reverso, ou seja, que possuem função quente/frio, de fato custam um pouco mais caro. A diferença não costuma ser absurda, então vai de cada um decidir se paga um pouco menos e mantém uma temperatura agradável no verão, ou se investe um pouquinho mais e garante o aconchego no inverno também.

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Ar-condicionado no modo Aquecimento gasta mais energia?”

Ar-condicionado reverso, ligado no modo aquecimento, não gasta mais energia também. Claro, se estiver muito frio, o equipamento vai trabalhar mais para aquecer o cômodo, assim como se estiver muito quente, ele também vai suar mais para fazer a refrigeração. E, obviamente, se você usar o aparelho no verão e no inverno, ele vai gerar custos nas duas estações, mas isso não quer dizer que uma função gaste mais do que a outra.  Aproveite e veja as 10 dicas para economizar o consumo de energia do ar-condicionado.

Inclusive, outra coisa que é mito: a função quente não prejudica a função frio, e nem vice-versa. O aparelho tem as mesmas capacidades de climatização tanto para resfriar quanto para aquecer.

“Mas a instalação e a manutenção são mais caras, não é?”

Não são. Ou melhor, não deveriam ser. Cobre isso do seu instalador. Na prática, a instalação de um ar-condicionado frio ou de um quente/frio é idêntica (são dois fios de diferença). O acúmulo de funções é do aparelho, não do técnico.

Agora, a manutenção talvez seja um pouco diferente. Na teoria, a vistoria anual e a limpeza dos filtros a cada dois meses pode ser mantida. Porém, no inverno, talvez seja melhor cuidar mais de perto dessa manutenção, que, assim como a instalação, não deve custar mais caro do que aquela feita no verão.

A disponibilidade de técnicos no inverno também é a mesma, mas os serviços caem, já que nem todo mundo utiliza aparelhos com ciclo reverso. Então, das duas uma: pode acontecer de o preço da manutenção ficar um pouco mais caro no inverno, para compensar a baixa da demanda. Por outro lado, alguns instaladores veem essa baixa como uma oportunidade de diminuir os orçamentos dos serviços e conquistar mais clientes nesse período de pouca procura.

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Você tem mais alguma dúvida sobre o uso do ar-condicionado no inverno? Compartilhe com a gente comentando aqui.

Redação do Portal WebArCondicionado.