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Gigante chinesa de ar-condicionado ainda busca maior visibilidade no Brasil

  • 02 de junho de 2015
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Você sabia que um em cada três aparelhos de ar condicionado comercializados no mundo em 2014 foi fabricado por uma companhia não tão difundida no país?

Com produtos à venda em mais de 200 países, a Gree inaugurou em 2001 uma fábrica no Brasil, que gerou até hoje R$ 2,5 bilhões em faturamento, dos quais cerca de R$ 1 bilhão foram transformados em contribuições e investimentos. A empresa ocupava no ano passado o 17º lugar no mercado doméstico (excluindo os sistemas de ar condicionado industriais), segundo dados da consultoria britânica Euromonitor. E além disso, tinha apenas 0,8% de market share contra 1,1% em 2009, revelando a fraqueza das vendas no Brasil.

Diferença no cenário mundial
Já no cenário internacional a situação é inversa: a chinesa expandiu sua participação de mercado de 5,7% para 7,4% no segmento residencial entre 2009 e 2014, ficando atrás apenas do Midea Group. Entretanto, somadas as linhas industriais e residenciais a Gree é líder.

Fundada em 1991, a empresa começou como uma fábrica sem marca, com 200 empregados e uma produção anual de menos de 20 mil unidades. Mas com o passar do tempo os números aumentaram, com a fabricante terminando o primeiro trimestre deste ano com vendas líquidas de US$ 3,55 bilhões e um exército de oito mil pesquisadores. Parte dessa transformação se deu pelas mãos de Dong Mingzhu, executiva de 61 anos que afirma que no fim deste século 100% da população mundial usará ar-condicionado.

Tecnologia fotovoltaica em destaque
CEO da Gree desde 2004 e presidente do conselho de administração da empresa, Dong preza pela sustentabilidade. “A preocupação com o meio ambiente é mundial e, como somos líderes em vendas no mercado global de ar-condicionado, sempre pensamos em desenvolver um aparelho que usa energia e não consome”, disse Dong referindo-se à tecnologia de ar-condicionado fotovoltaico recém-lançada no país. Voltados para atender a demanda de centros comerciais, hotéis, frigoríficos e outros estabelecimentos comerciais de grande porte, os dois modelos disponíveis no país aproveitam a energia solar com o objetivo de proporcionar consumo zero aos usuários.

Na Gree desde sua fundação, Dong não descarta a instalação de uma segunda fábrica no Brasil. “Se a Gree se tornar mais popular no país, é muito provável que tenhamos uma nova fábrica no país”, considerou ela, que no fim de março anunciou o lançamento do primeiro smartphone da Gree num prazo de seis meses.

Confira aqui alguns modelos da Gree disponíveis no mercado

Redação do Portal WebArCondicionado. Com informações de Brasil Econômico.

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